
Chegas em passos lentos,
Sem ninguém notar!
Instalas-te,
Com intenção de matar!
De dias escondes-te na rotina,
De noite és grito ensurdecedor.
Perdoar o outro é fácil ... é humano,
Perdoar-mos a nós próprios ... é engano.
Disfarce por detrás de um sorriso,
Dor escondida do mundo.
Sentimento oculto e ameaçador!
Medo paralisante da luz da verdade,
Viagem alucinante nos caminhos da saudade.
Inimiga da consciência,
Companheira das noites mal dormidas.
Úlcera, cancro, que corrói por dentro,
Teu nome é culpa, é tormento...
Sem ninguém notar!
Instalas-te,
Com intenção de matar!
De dias escondes-te na rotina,
De noite és grito ensurdecedor.
Perdoar o outro é fácil ... é humano,
Perdoar-mos a nós próprios ... é engano.
Disfarce por detrás de um sorriso,
Dor escondida do mundo.
Sentimento oculto e ameaçador!
Medo paralisante da luz da verdade,
Viagem alucinante nos caminhos da saudade.
Inimiga da consciência,
Companheira das noites mal dormidas.
Úlcera, cancro, que corrói por dentro,
Teu nome é culpa, é tormento...
Anabela
Este sentimento machuca, bem sabemos disso. Procuro também uma resposta, quem sabe algo que expulse esta sensação de culpa, de tormento, de fracasso. Difícil.
ResponderEliminarBeijos
Buscamos a felicidade em todos os lugares. Ou será que não procuramos apenas nos desfazer da infelicidade?
ResponderEliminarBeijos
A qualquer hora em que chegares,
ResponderEliminarsentarás comigo à minha mesa.
A qualquer hora em que bateres a minha porta,
o meu coração também se abrirá.
A qualquer hora em que chamares,
eu me apressarei.
A qualquer hora em que vieres,
será o melhor tempo de te receber.
A qualquer hora em que te decidires,
estarei pronto para te seguir.
A qualquer hora em que quiseres beber,
eu irei a fonte.
A qualquer hora em que te alegrares,
eu bendirei ao Senhor.
A qualquer hora em que sorrires,
será mais uma graça que o senhor me concede.
A qualquer hora em que quiseres partir;
eu irei à frente nos caminhos.
A qualquer hora em que caíres,
eu estenderei os braços.
A qualquer hora, em que te cansares,
eu levarei a cruz.
A qualquer hora em que te sentires triste,
eu permanecerei contigo,
A qualquer hora em que te lembrares de mim,
eu acharei a vida mais bela.
A qualquer hora em que partires,
ficarás com a lembrança de uma flor.
A qualquer hora em que voltares,
renovarás todas minhas alegrias.
A qualquer hora que quiseres uma rosa,
eu te darei toda roseira.
Eu te digo tudo isso, porque não posso imaginar
uma amizade que não seja toda,
de todos os instantes e para todo bem.
by: Cid Moreira
Desejo uma linda semana com muito amor e carinho.
Abraços
Eduardo
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ResponderEliminarPenso que nunca devemos nos culpar por nada que tenhamos feito... Podemos sim, nos arrepender sinceramente de algumas coisas, mas, culpa não...Essa não serve para nada.
Muito sentido o seu poema...
Beijos no coração e o meu carinho!
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Anabela:
ResponderEliminarQue forte este poema.
Dá calafrios no corpo de várias intensidades.
Aqui:
Chegas em passos lentos,
Sem ninguém notar!
Instalas-te,
Com intenção de matar!
E aqui:
Úlcera, cancro, que corrói por dentro,
Teu nome é culpa, é tormento...
Faz sentir uma sensação fora do normal.
Sua maneira de escrever é muito forte, e com um valor extremo, é isso o que eu sinto ao vir aqui onde o valor de seus poemas é muito.
A escolha da foto sempre muito bem entrosada com os poemas.
Parabéns pelos bons poemas que aqui deixa onde eu ao lê-los me leva a uma realidade incrível, pode crer.
Bjos, continuação de boa semana e felicidades.
Anabela.
ResponderEliminarQue sentimento vale o sofrimento ?...
A "Vida é para ser vivida"...
Arranca essas "amarras"...
Beijos