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sábado, 29 de setembro de 2012

TODOS OS DIAS




Todos os dias digo a mim mesma que estou melhor sem ti
Todos os dias sinto este nó na garganta ... esta vontade de chorar
Todos os dias ... sem ti ... esforço para me aguentar
Dia após dia ... todos os dias ...

                         Bela


domingo, 23 de setembro de 2012

MEDO DE AMAR


Fácil demais rimar amor com dor
Demasiado óbvio cair da ilusão aterrando na desilusão
Custa imenso ver despedaçado ... o coração entregue ao ser amado
Ver o maior amor do mundo, morrer num segundo
Como poderei voltar a acreditar?
Deixar de ter medo de amar?

                                         Bela


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ODEIO AMAR COMO TE AMO ...





Odeio o modo como me olhas
E colocas tremor no meu corpo
Odeio o quanto me conheces
E sabes por o meu corpo em fogo
Odeio o teu perfume
Que me invade os sonhos
A tua voz sussurrante
quente ... suave ... apaixonante
Enfim ...
Odeio amar como te amo ...

                                      Bela



sexta-feira, 27 de julho de 2012

ROSA NEGRA



Nos teus braços sou uma flor
Sinto o teu perfume ... floresço em amor
Fecho os olhos ... me entrego
Num abismo sem chão
Sou rosa negra ... sem espinhos
Tentando tocar o teu coração
Sinto-te frio ... procuro o teu olhar
Fico com medo de te perder
Acordar deste sonho doce
Chorar até amanhecer
Serei assim tão fácil de esquecer?

                                           Bela


quarta-feira, 18 de julho de 2012






 A maior prisão que podemos ter na vida, é aquela quando descobrimos que estamos sendo, não aquilo que somos, mas o que os outros gostariam que fossemos.

Geralmente quando começamos a viver muito em torno do que o outro gostaria que fossemos, estamos mais preocupados com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.

(...)

Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achariam a meu respeito. Hoje ... o que os outros acham de mim, muito pouco me importa, porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe a meu respeito.

Padre Fábio de Melo


Uma bela manhã ... acordei sem voz ... sem ar ... sem vida ... esgotada ... olhei no espelho e não me reconheci.

Conseguia ouvir em mim um grito mudo ... desesperado ... como se estivesse no fundo de um poço ... olhasse para cima ... e visse a cara do meu raptor com sorriso malicioso a fechar a única saída existente.

Olhei em redor e no escuro só senti as paredes escorregadias por onde era impossível trepar ... caí ... chorei ... tentei ... caí ... chorei ... desisti

Na escuridão da minha vida ... fui me resignando na minha infeliz existência ... adaptei-me e fiz-me acreditar que não era merecedora de alcançar a luz.

Uma bela manhã ... acordei de novo sem voz ... sem ar ... sem vida ... até que uma brecha de luz surgiu no cimo do poço ... tu vieste nas asas de uma anjo ... estendes.te a tua mão amiga ... afugentas.te todas as sombras que me rodeavam ... e com um olhar de carinho chamaste-me para a vida ... com um beijo devolveste.me o ar e com o teu sorriso ensinaste.me a amar.

Bela


terça-feira, 10 de julho de 2012

CIUME



Ciume ... medo de te perder
Sentimento revoltoso
Que me invade e faz sofrer.
Falta de confiança em mim
Pois sou ser insignificante
Acabo por ficar assim
Triste ... Carente ... Distante
Não me fales de atenção exagerada
E me chames de menina muito mimada.
Não me acuses ... do que desististe por mim
Foram escolhas ... prioridades ... tu decidiste assim.
Ciume ... não consigo deixar de sentir
Pois não sei ... no amor ... fazer contas de dividir.

                                                     Bela



Muitos falam no ciume doentio que mata e derruba tudo ao redor
Eu falo no ciume que magoa quem o sente ... 
... ciume por amor

segunda-feira, 2 de julho de 2012

SOLIDÃO





Momentos confusos ... solidão
Uso armadura ... mas tenho coração
Agarro a raiva com as duas mãos
Evito a lágrima da desilusão
E deixo-me cegar ... simplesmente desabar
Grito ventos ... sinto tempestades
E num minuto sou como um furacão
Olho para trás ... vejo destroços da dor
Procuro o caminho que me leva a ti
O medo é obstáculo ... que não sei ultrapassar
Fico quieta ... em silencio
Esperando que me venhas amar


                                                  Bela