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terça-feira, 17 de novembro de 2009

PRECISO DE IDEIAS



Amigos:

No próximo dia 29 faço 12 anos de casada, como calha num sábado pensei num fim de semana diferente e romântico.

A ideia pode ser boa, mas, a crise também passou por cá, e o preço das pousadas e hotéis estão enormes!!!!

Preciso de ideias, não sei onde procurar, peço a vossa ajuda!!!

HELP!!!!!

sábado, 14 de novembro de 2009

DUETO DE AMOR



Observo o crepusculo
Dou por mim pensando em ti
Acordas na minha mente, bem devagar
Tremo com o frio da noite
Lágrimas me aquecem a face

Canto para ti
Imaginando que me ouves
Tentando decifrar mistérios
Que sopram além da vida

Então ...

Acredito que onde tu estás
Cantas comigo!
Um dueto em uníssono
De uma canção de amor
E o som das nossas vozes
Alegram a natureza
Trazendo paz, amor e saudade ...

Anabela

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ESTOU COMEMORANDO



As vossas visitas são muito importantes para mim, e fiquei radiante ao ver que cheguei ás 5.000 visitas.

Em quase 1 ano de aventuras fiz grandes e belos amigos, nunca me deixaram quando me sentiram mais triste ou distante.

Por isso e muito mais ofereço este selo a todos os meus amigos, como comemoração de mais esta conquista.

Obrigado por estarem cá para mim ...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PARABÉNS SÓNIA


A minha amiga Sónia faz hoje anos, a coitada está mesmo velha!!! rsrsrsrsr

Somos amigas há 5 anos, entre idas e voltas a nossa amizade permanece forte e bem de saúde.

É graças a ela que eu me iniciei nesta aventura de blogueira pois ela tem um blog lindíssimo que se chama Cozinha da Sónia "cozinhadasalexandra.blogspot.com".

Como ela faz parte das minhas amigas especiais, hoje dedico-lhe este cantinho.

Parabéns linda

sábado, 7 de novembro de 2009

MANUAL DO GUERREIRO DA LUZ "EPILOGO"


"Na praia, a leste da aldeia, existe uma ilha, com um gigantesco templo, cheio de sinos", disse a mulher.
O menino reparou que ela vestia roupas estranhas, e tinha um véu que lhe cobria os cabelos. Nunca a vira antes.
"Já viste este templo?", perguntou ela. " Vai lá e conta-me o que achas dele".

Seduzido pela beleza da mulher, o menino foi até ao lugar indicado. Sentou-se na areia e olhou o horizonte, mas não viu nada além do que estava acostumado a ver : o céu azul e o oceano.

Decepcionado, caminhou até chegar a uma aldeia de pescadores vizinha, e perguntou se alguém sabia onde se situava uma ilha com um templo.
"Ah, isso foi há muito tempo atrás, no tempo em que os meus bisavós moravam aqui" disse um velho pescador. "Houve um terramoto, e a ilha afundou no mar. Entretanto embora já não possamos ver a ilha, ainda conseguimos escutar os sinos do seu templo, quando o mar os faz balançar lá no fundo".

O menino voltou para a praia, e tentou escutar os sinos. Passou a tarde inteira ali, mas só conseguiu ouvir o ruído das ondas e os gritos das gaivotas.
Quando a noite chegou os pais vieram buscá-lo. Na manhã seguinte, ele voltou á praia, não podia acreditar que uma bela mulher pudesse contar mentiras. Se algum dia ela voltasse, poderia dizer que não vira a ilha, mas escutava os sinos do templo, que o movimento da água fazia tocar.

Assim, se passaram muitos meses, a mulher não voltou, e o garoto esqueceu-a, agora estava convencido de que precisava descobrir as riquezas e tesouros do templo submerso. Se escutasse os sinos saberia a sua localização e poderia resgatar o tesouro ali escondido.

Já não se interessava pela escola, nem pelo seu grupo de amigos. Transformou-se no gracejo preferido das outras crianças, que costumavam dizer: "Ele já não é como nós. Prefere ficar ali a olhar o mar porque tem medo de perder nos jogos".
E todos riram vendo o menino sentado á beira da praia!

Embora não conseguisse escutar os velhos sinos do templo, o menino ía aprendendo coisas diferentes. Começou a perceber que de tanto ouvir o ruido das ondas, já não se deixava distrair por elas. Pouco tempo depois, acostumou-se também aos gritos das gaivotas, ao zumbido das abelhas, ao vento a bater nas folhas das palmeiras.
Seis meses depois da conversa com a mulher, o menino já era capaz de não se deixar distrair com qualquer barulho, mas também não conseguia escutar os sinos do templo afundado.
Outros pescadores vinham falar com ele e insistiam: "Nós ouvimos!", diziam, mas o garoto não conseguia.
Algum tempo depois os pescadores mudaram de conversa: "Estás muito preocupado com o barulho dos sinos lá em baixo, esquece isso e volta a brincar com os teus amigos. Talvez apenas os pescadores consigam escutá-los".

Depois de quase um ano o menino pensou: "Talvez estes homens tenham razão. É melhor crescer, tornar-me pescador e voltar todas as manhãs a esta praia porque passei a gostar dela" e pensou também: "Talvez isto tudo seja uma lenda e com o terramoto os sinos se tenham partido e nunca mais tornem a tocar".

Naquela tarde resolveu voltar para casa. Aproximou-se do oceano, para se despedir. Olhou mais uma vez a natureza e como já não estava preocupado com os sinos, pôde sorrir ao ouvir a beleza dos cantos das gaivotas, o barulho do mar, o vento a bater nas folhas das palmeiras.
Escutou, ao longe, a voz dos seus amigos a brincar, e sentiu-se alegre por saber que brevemente estaria de volta aos jogos de infância.

O menino estava contente, e da maneira que só uma criança sabe fazer, agradeceu por estar vivo. Tinha a certeza de que não perdera o seu tempo, pois aprendera a contemplar e reverenciar a natureza.

Então porque escutava o mar, as gaivotas, ovento, as folhas das palmeiras e as vozes dos seus amigos a brincar, ouviu também o primeiro sino ... e outro ... e mais outro, até que todos os sinos do templo afundado tocaram, para sua alegria.

Anos depois, já um homem, ele voltou á aldeia e á praia da sua infância. Não pretendia resgatar nenhum tesouro do fundo do mar, talvez aquilo tudo fosse fruto da sua imaginação, e nunca tivesse escutado os sinos submersos numa tarde perdida da sua infância. Mesmo assim resolveu passear um pouco, para ouvir o barulho do vento, o canto das gaivotas...

Qual não foi sua surpresa ao ver sentada na areia, a mulher que lhe falara da ilha com o seu templo.
"O que faz aqui?" - Perguntou.
"Esperava-te" - Respondeu ela.
Ele reparou que embora já se tivessem passado muitos anos a mulher conservava a mesma aparência, o mesmo véu.
Ela estendeu um caderno azul, com folhas em branco.

"Escreve: Um guerreiro da luz presta atenção aos olhos de uma criança. Porque elas sabem ver o mundo sem amargura. Quando ela deseja saber se a pessoa que está a seu lado é digna de confiança, procura ver como uma criança olha."

"O que é um guerreiro da luz?"

"Tu sabes", respondeu ela sorrindo, "É aquele que é capaz de entender o milagre da vida, lutar até ao final por alguém que acredita e então escutar os sinos que o mar faz tocar no seu leito".

Ele nunca se julgou um guerreiro da luz. A mulher pareceu adivinhar o seu pensamento: "Todos são capazes disso. E ninguém se julga guerreiro da luz, embora todos o sejam".
Ele olhou as páginas do caderno. A mulher sorriu de novo: "Escreve sobre o guerreiro".

...

Já era de noite quando ela acabou de falar. Ficaram a olhar a lua que nascia.

"Muitas coisas que me disse contradizem-se", disse ele.

Ela levantou-se: "Adeus", disse. "Tu sabias que os sinos no fundo do mar não eram uma lenda, mas só foste capaz de os ouvir quando percebeste que o vento, as gaivotas, o barulho das folhas de palmeiras, tudo aquilo fazia parte do badalar dos sinos. Da mesma maneira que o guerreiro da luz sabe que tudo á sua volta - as vitórias, derrotas, entusiasmo e desânimo - faz parte do bom combate. E saberá usar a estratégia certa, no momento que precisar. Um guerreiro não procura ser coerente, ele aprendeu a viver com as suas contradições".

"Quem é a Senhora?", perguntou.

Mas a mulher já se afastara, caminhado sob as ondas, em direcção á lua que nascia.

Paulo Coelho

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

SELO CURATIVO


Quando estamos numa maré menos boa, nos sentimos em baixo e com vontade de desabar, nada melhor do que nos rodearmos de pessoas positivas e alegres.

Assim nas minhas viagens pelo mundo da blogosfera fui visitando os meus amigos até que cheguei ao blog da Deia Musso.

Esta minha amiga chegou até mim através da minha psicóloga querida que por acaso também se chama Deia do blog depoisdodivã.blogspot.com.

A Deia é toda positiva, aliás ambas o são. Então ao visitar o blog diário de uma esposa feliz (http:\deinhamusso.blogspot.com), e vi um selo muito bonito que foi dedicado ás primeiras 10 pessoas que comentassem o blog.

Eu toda apressada consegui ser a comentarista nº8 e aqui vim mostrar este lindo selo para levantar o meu astral.

Neste mundo virtual conseguimos encontrar sempre muitas pessoas especiais, não é?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

PERDOA-ME MEU CORAÇÃO


Meu querido e doce coração:

Perdoa-me pelo que te fiz sofrer
Nas aventuras e desventuras
Nas tristezas e amarguras
Todas as vezes que te fiz doer

Quando te forcei a crescer
A cada batida tua
Ao revelar verdades nua e crua
Muitos chamam isso de viver

E as batidas de saudade
Por quem já não volto a ver
Pelos que eu vi morrer
Em doce e terna idade

Os batuques da paixão
Em que te entreguei de bandeja
E logo te cortavam a cabeça
Perdoa-me meu pobre coração
Anabela