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sexta-feira, 29 de abril de 2011

O GUERREIRO DA LUZ SOMOS NÓS



Os Guerreiros da Luz nem sempre têm a certeza do que estão aqui a fazer.

Muitas vezes passam a noite em claro,

a acreditar que as suas vidas não fazem sentido.

Por isso são Guerreiros da Luz.

Porque erram.

Porque se perguntam.

Porque procuram uma razão que decerto irão encontrar.



Paulo Coelho in Crónicas do Guerreiro da Luz e o seu mundo

domingo, 6 de março de 2011

A FOGUEIRA DA AMIZADE





Um homem que precisa de dinheiro, pede ao seu patrão que o ajude. O patrão desafia-o: se ele passar uma noite inteira no cimo da montanha, receberá uma grande recompensa, mas, se não conseguir, terá de trabalhar de graça.
Ao sair da loja viu que soprava um vento gelado, ficou com medo e resolveu perguntar ao seu melhor amigo, Aydi, se aquela aposta seria uma loucura.
Depois de reflectir um pouco, Aydi respondeu: "Vou ajudar-te. Amanhã quando estiveres no alto daquela montanha, olha em frente. Eu estarei no alto da montanha vizinha, passarei a noite inteira com uma fogueira acesa para ti. Olha para o fogo, pensa na nossa amizade, e isso manter-te-á aquecido. Vais conseguir, e depois eu peço-te algo em troca.
Venceu então a prova, recebeu o dinheiro, e foi á casa do amigo: "Disseste-me que querias um pagamento."
Aydi respondeu: "Sim, mas não em dinheiro. Promete-me que, se em algum momento, o frio gelado passar pela minha vida, acenderás para mim o fogo da amizade."

in "O Aleph" de Paulo Coelho

quarta-feira, 7 de abril de 2010

COMEÇAR ONDE DEVIA TER COMEÇADO...






Estas palavras estão escritas no túmulo de um bisco anglicano, numa catedral em Inglaterra.


" Quando era jovem, e a minha imaginação não tinha limites, sonhava mudar o mundo.

Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria;
então restringi um pouco as minhas ambições e resolvi mudar apenas o meu país.

Mas, o país também me pareceu imutável.

No ocaso da vida, numa ultima e desesperada tentativa, quis mudar a minha família,
mas eles não se interessavam nem um pouco, e diziam que eu repeti sempre os mesmos erros.

No meu leito de morte, por fim, descobri:

Se eu tivesse começado por corrigir os meus erros e por me mudar a mim mesmo,
o meu exemplo poderia ter transformado a minha família.

O exemplo da minha família talvez contagiasse a vizinhança,
e assim eu teria sido capaz de melhorar o meu bairro, a minha cidade,
o meu país, e ... quem sabe ... mudar o mundo! "


Paulo Coelho