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quinta-feira, 16 de julho de 2009

AMOR PROIBIDO


Amor Proibido,

Paixão avassaladora,

Correndo perigo,

Duma situação ameaçadora.


Encontros fortuitos,

Adrenalina pura,

Carinhos gratuitos,

Intensa procura.


Quem tem um amor assim,

Jamais se sente seguro,

Já me aconteceu a mim,

Foi um amor sem futuro.


Hoje, olhando o passado,

Lembro esse amor com carinho,

Será sempre lembrado,

Como o meu amor proibido.

Anabela


5 comentários:

  1. muito lindo...
    porque será que isto acontece a todos? o que é afinal o amor? provavelmente algo que nunca é plenamente alcançado, mas teimosamente continuamos a acreditar que um dia ele virá... e damos oportunidades atrás de oportunidades, envelhecemos, procurando..
    estava a precisar de ler um poema assim... obrigado.

    (www.minha-gaveta.blogspot.com)

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  2. Sempre tão romantica...amiga não gosto de te ver triste vais ver que tudo se vai resolver e que daqui a pouco tempo já estas com o teu colega numa grande almoçarada. Bjs grandes até amanhã no cafezinho se precisares de alguma coisa já sabes

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  3. Amores proibidos, eternos amores que a lembrança jamais apaga.
    Amores proibidos, que a todos nós em algum momento encanta e nos faz ter lindos sonhos.
    Amores proibidos... mas muitas vezes inseguros!
    É a vida...

    Lindo poema! Beijos

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  4. Este texto tem muito de real, a paixão e o amor são duas coisas distintas.

    Amor verdadeiro será que ele existe numa vida inteira?

    Isto é uma complexidade muito difusa, o que já não acontece com a paixão porque ela é diferente no acto de querer e obter.

    O texto está muito belo e completo mas, há sempre um mas na vida de cada pessoa para que se complete a realidade.

    Bjos e felicidades no novo dia.

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  5. Muito bom, tem paixão, tem pureza, mas também tem a intensidade, e o líbido que só um amor de verdade proporciona.
    Já vivi um amor assim, onde nunca estava seguro, onde perdia o chão, faltava o ar, e acima de tudo
    nunca foi esquecido.

    deixo um poema meu pra vc como humilde cmplemento deste belo post

    Em fugidios delírios
    Surpreendo-me pensando
    Divagando entre as noites
    Aceitando o açoite
    Da vida banal
    Mas jamais deixando de escrever
    De sonhar
    De ser um louco no mundo são
    Ensinando aos sãos, a loucura de amar
    Amar o dia
    Amar a poesia
    Amar até mesmo a magia da não-poesia
    Com sua melodia dissonante
    Mas com o desejo constante
    De ser mais que real
    Ser feérico
    Ser imortal
    Imortal como um sonho
    Imortal como a essência
    Eterno como a alma do poeta
    Que com sua vivência
    Transcreve em prosa e verso
    Recitando a beleza de amar, o que não lhe é permitido
    E contemplando o que não deve
    O assim chamado fruto proibido

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