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terça-feira, 27 de novembro de 2012



Será que pensas em mim, tanto quanto penso em ti?
E sentes esta dor dilacerante ... só porque estás distante?
 Também contas os dias em decrescente;
como se fosses um adolescente?
Será que um pensamento te faz sorrir;
com a certeza que do teu coração nunca irei sair?
Dás por ti a sonhar acordado;
desejando o dia em que estarei a teu lado?
Será????



Sempre tua Bela



domingo, 25 de novembro de 2012


Quem ama nunca deveria conhecer a saudade
Neste mundo louco, tenho de te deixar partir
Só ... no meu canto ... imploro para que não me esqueças
Sou prato vazio ... uma mão cheia de nada!
Depois de anos de desencontro ... não me deixes abandonada!
Não jogues as palavras ao vento
Lembra.te das promessas que fizemos
És bussola no meu caminho sem saída
Fico desorientada com a tua partida
Encontra-me num olhar
Envolve-me nos teus braços
E nunca ... nunca deixes de me amar

                                                          Sempre tua Bela




domingo, 11 de novembro de 2012

MORRI!



Dizem que a morte não é o fim
Que não é um adeus ... mas sim um até já
Quem secará as minhas lágrimas no meu adeus?
Quem sentirá a minha falta?
A vida grita por mim no dia a dia
Mas é nos braços da morte que eu quero me atirar
Levanto ... sorrio
Sou alma morta num corpo vivo
Sim ... morri e ninguem deu conta
E neste canto escuro onde estou ... ninguem viu que o meu coração parou



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

...


Estou perdida sem ti.
Sou uma alma á deriva sem lar, um pássaro solitário voando sem destino.
Sou todas essas coisas e nada ao mesmo tempo.
Isto meu querido é a minha vida sem ti.
Desejo que me mostres como viver novamente.

Do livro Message in a bottle de Nicholas Sparks


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

É POR ISSO QUE NÃO CONSIGO VOLTAR PARA TI


“…..A questão era simples, para continuar ao seu lado, eu teria que desistir de mim, da minha liberdade, da minha visão desestressada da vida. E era o que estava muito próximo de ocorrer. Eu, uma adulta graduada, passei a agir como criança. Passei a me desprezar. Estava me tornando uma mulher medíocre, que perdia tempo dando explicações estapafúrdias sobre coisa nenhuma. Quando você chegava aqui em casa sorridente, com uma garrafa de vinho na mão e fazendo planos para o final de semana que passaríamos juntos, eu pisava em ovos para que este final de semana não terminasse dali a três horas por causa de um mal-entendido ou de uma frase que não caísse bem aos teus ouvidos. As vezes sobrevivíamos de sexta a domingo sem atravessar a fronteira de risco, mantendo-nos dentro de um cordão de isolamento imaginário – os limites que traçávamos para nosso equilíbrio conjugal. Eu não olhava para os lados e você não tirava os olhos de mim, e assim ficávamos seg
uros, ao menos em tese, porque de santo você não tinha nada, sempre foi mulherengo. Mas me adorava, me amava, nossa, como me amava.
E eu, será que ainda me amava??
Uma mulher que procurava não tocar em assuntos que pudessem resultar em atrito. Uma mulher que evitava ser espirituosa com receio de não ser compreendida. Uma mulher que não dava opiniões contundentes para não parecer moderna demais. Uma mulher que escondia o fato de ter encontrado um amigo na rua porque era um amigo e não uma amiga. Uma mulher que estava se tornando ciumenta também, porque não sentir ciumes poderia denunciar algum desinteresse. Uma mulher pouco parecida comigo, era esta mulher em quem eu estava me transformando.
Você que ao entrar na minha vida havia reinaugurado em mim uma sensualidade, uma vitalidade e uma alegria que estavam obstruídas havia muitos anos, inaugurava agora em mim uma criatura que não reconheço como sendo eu, uma mulher que pensava duas vezes antes de falar e que de forma vergonhosa desenvolveu um perfil careta, totalmente em desacordo com o que eu era de fato. Depois de ter sido solta por você, voltava a ser amarrada……”

Martha Medeiros in “Fora de Mim”
Lygia♥
 Este texto chegou ás minhas mãos por ordem divina, e inundou de imediato os meus olhos ... estava destinada a lê-lo. Ao lê-lo vi-me ao espelho.....
Uma vida assim deixa tanta ferida ... tanta marca ... que não sei se algum dia irão cicatrizar ou desaparecer. Hoje vivo á deriva no presente ... temendo o futuro ... resignada a todo o sofrimento que sinto, com medo de amar ... principalmente com medo de voltar a sofrer.


                                       É POR ISSO QUE NÃO CONSIGO VOLTAR PARA TI
                                                                                                                                   Sempre tua Bela





sábado, 6 de outubro de 2012

O AMOR NÃO É SUFICIENTE




Parece incrível (para quem me conhece) ouvir-me dizer uma coisa dessas. Esta lição aprendi-a recentemente, com lágrimas, dor dilacerante no peito, digo e repito: o amor não é suficiente. É importante sim ... muito importante ... mas amor sem respeito, torna-se abusivo ... amor sem amizade, torna-se incompreendido ... amor sem confiança, torna-se sufocante.

É como na anatomia humana ... o coração pode ser considerado o motor da vida ... mas o coração sem o cérebro não consegue viver ... morte cerebral é morte humana.

Dificil é ver duas pessoas que se amam, e não ficam juntas por falta de um dos requisitos acima referidos. Dificil é ter de dizer "não" ao chamado do coração por essa pessoa que tanto se ama.
E quando me pergunta como sei que se vai repetir, terei de responder porque já vivi esse episódio, e tendo vivido e sofrido, o medo de voltar a sofrer reage em força impedindo a sua repetição.

Quando a distância é muita ... então a dificuldade é duplamente maior ... a ausência de quem se ama numa situação delicada da vida, transforma-se em rancor dissimulado, mesmo dizendo para si mesmo que entende essa ausência.

O tempo passa ... a vida corre ... mas o amor não morre ... só que ... o amor não é suficiente.


Sempre tua ... Bela


Eu sei viver sozinha ... só que não sei viver sem ti



sábado, 29 de setembro de 2012

TODOS OS DIAS




Todos os dias digo a mim mesma que estou melhor sem ti
Todos os dias sinto este nó na garganta ... esta vontade de chorar
Todos os dias ... sem ti ... esforço para me aguentar
Dia após dia ... todos os dias ...

                         Bela